Quando no homem ou no animal, sobrevém um movimento, uma parte da substância ativa do músculo se destrói ou se queima; quando sensibilidade e vontade se manifestam, há um desgaste de nervos; quando se utiliza o pensamento, é porção de cérebro que se consome. Pode-se então dizer que jamais a mesma matéria serve duas vezes à vida. Realizado um ato, a matéria que lhe serviu a produção deixa de existir. Retornando a nova vida é matéria nova que ele concorre.
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